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sábado, 8 de setembro de 2012
Animais de estimação exóticos atraem atenção e conquistam espaço nas casas
Edson Júnior, gerente comercial de loja especializada em vender animais de estimação, comenta que era raro as pessoas procurarem por estes animais. Porém, ultimamente ganharam espaço. “Temos todos os acessórios e alimentaçãoespecífica para eles”, destaca.
Americana dá soco no focinho de urso para salvar cadela da morte
A americana Brooke Collins, de 22 anos, disse que acertou um soco no focinho de um urso para salvar sua cadela de estimação de um ataque em Juneau, no Alasca (EUA). A mulher disse que o ataque aconteceu tão rápido que a única coisa que ela pensou foi em salvar a cadela chamada “Fudge” da morte, segundo o jornal “Juneau Empire”.

Brooke Collins acertou focinho de urso para salvar cadela de estimação - Reprodução/Ilustração/Divulgação
“O urso a estava carregando como um salmão”, afirmou a jovem, destacando que não viu o predador quando soltou “Fudge” no pátio de sua casa por volta das 19h30 de domingo.
Fonte: G1
Link: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2011/09/americana-da-soco-no-focinho-de-urso-para-salvar-cadela-da-morte.html
Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução
Bichos encomendados pela internet e despachados via correio: suspeito é preso no RN
Em 18 de abril, escrevi “Iguanas via Sedex: tá virando mania”. O texto começava assim:
“Sábado, 16 de abril de 2001, 13 horas. Durante a preparação para entrega de Sedex, funcionários dos Correios de São José do Rio Preto (SP) percebem algo estranho em uma pequena caixa. Ao verificarem por raios-X o conteúdo da encomenda que acabara de chegar de Currais Novos, no Rio Grande do Norte, eles encontraram um filhote de iguana. Inusitado, mas não incomum.”
Pois hoje, lendo o noticiário do dia, encontrei a excelente notícia: fiscais do Ibama do Rio Grande do Norte, prenderam, em Currais Novos (mesma cidade em que o filhote de iguana foi despachado pelos Correios em abril), Rafael Denne Gomes de Medeiros, 22. O rapaz é acusado de traficar animais por meio de encomendas que recebia via Orkut. Na casa dele dez animais foram encontrados, sete deles da fauna brasileira (três jiboias, um macaco-prego, um jabuti, uma iguana e uma salamandra) e três exóticos (duas cobras, uma de origem africana e outra norte-americana, e um Tigre D’água Americano, também dos Estados Unidos).
Além de Rafael, também foi preso o moto-taxista José Anselmo de Souza Júnior, acusado de realizar o transporte dos bichos. Não tenho a informação do envolvimento de Rafael no caso do iguana apreendido no interior de São Paulo, mas a coincidência da origem do animal (Currais Novos) com a cidade do acusado é grande.
“De acordo com as investigações realizadas pelo Ibama, Rafael Denne escolhia aleatoriamente, na internet, nomes de pessoas físicas para colocar nos remetentes das correspondências, com endereços também aleatórios. Depois ele enviava os animais em caixas revestidas por dentro com CD’s, para evitar a detecção dos bichos nos aparelhos de raio x. Inicialmente, o acusado negou a participação do tráfico, mas depois acabou confessando, e afirmou que conseguia obter cerca de R$ 1.500 por mês com a prática.” – texto do jornal Tribuna do Norte, do Rio Grande do Norte sobre a prisão de Rafael.
Em “Iguana via Sedex: tá virando mania”, foram citados vários outros casos envolvendo o tráfico de animais pelos Correios. No dia 4 de junho de 2011, publiquei “Ursinhos de pelúcia no tráfico de animais via correio”, em que escrevi sobre um caso ocorrido na Austrália:
”Na noite de 29 de junho, um casal de chineses foi preso acusado de traficar lagartos-de-lígua-azul (bobtail) dentro de bichos de pelúcia para fora da Austrália. As remessas desses animais já estavam sendo investigadas pelo Departamento do Meio Ambiente e Conservação de Western Australia, o que motivou a Justiça a emitir um mandado de busca na residência dos então suspeitos.Mesmo com toda a criatividade no usar brinquedos para traficar animais, nas últimas 12 semanas, um total de seis pacotes foram interceptados com répteis em bichos de pelúcia pelas equipes da Alfândega e Proteção de Fronteiras, na central do correio de Perth. Na casa dos chineses, foram encontrados 12 lagartos, vários brinquedos de pelúcia e material postal para despachar os animais.”Sobre o tráfico de animais pela internet, em 13 de maio de 2011, escrevi “O tráfico de animais também acontece pela internet”:
“No 1º Relatório Nacional sobre o Tráfico de Fauna Silvestre, da ONG Renctas (Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres), publicado em 2001, consta:
“Em pesquisa realizada pela Renctas em 1999, foram encontrados 4.892 anúncios em sites nacionais e internacionais, contendo a compra, venda ou troca ilegal de animais silvestres fa fauna brasileira. Desse total, a grande maioria anunciava répteis e aves, mas também foram encontrados diversos outros animais como mamíferos (com destaque para os primatas, felinos e pequenos marsupiais), anfíbios (principalmente sapos amazônicos) e peixes ornamentais.” – texto da Renctas
Esse texto foi motivado pela prisão de José Ricardo da Silva Júnior, de 35 anos, em sua casa, em Ermelino Matarazzo – zona leste da capital paulista –, onde foram encontrados 68 animais, entre répteis, anfíbios e insetos (aranhas e escorpiões). Ele é acusado de comercializar pela internet animais da fauna brasileira e exóticos (vindo de outros países).
Fonte: Fauna News
Autor: Dimas Marques
Link: http://faunanews.blogspot.com/2011/07/bichos-encomendados-pela-internet-e.html
Imagem: Ilustração/Divulgação
Autor: Dimas Marques
Link: http://faunanews.blogspot.com/2011/07/bichos-encomendados-pela-internet-e.html
Imagem: Ilustração/Divulgação
Cadelina Presa No Muro
Cadelina Presa No MuroUma cadelinha fica presa dentro de um muro de contenção a 60 metros de altura.Data: 31/08/12Exibições: 10063
Vídeo por: Animal Planet
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Cães estudam rostos de humanos, diz estudo
Um artigo publicado hoje pela revista britânica “The Scientist” explica que, assim como os seres humanos, os cães também estudam a face de uma pessoa, começando pelo lado direito, que expressa melhor o estado emocional.
Esse fenômeno, no entanto, ocorre apenas quando estes animais observam rostos humanos. Uma hipótese sustenta que o lado direito da face expressa melhor as emoções, o que explica o fato de ser analisado antes pelos cachorros, como fazem os humanos quando vêem alguém pela primeira vez.
Uma equipe de cientistas da Universidade de Lincoln (Inglaterra) descobriu que os cachorros domesticados desenvolveram este comportamento possivelmente para captar a emoção dos rostos humanos.
Os pesquisadores, liderados por Kun Guo, estudaram os movimentos dos olhos e da cabeça de 17 cães quando lhes foram mostradas imagens de rostos de pessoas, macacos, cachorros e objetos inanimados.
Os animais olharam para a esquerda – para a metade direita do rosto – apenas quando lhes foram mostrados rostos humanos. Esta tendência se acentuou ainda mais quando a expressão facial era de aborrecimento.
Segundo os cientistas, os cães poderiam ter aprendido este comportamento para interpretar as emoções do rosto após milhares de anos de interação com os seres humanos.
No entanto, quando os cachorros viam uma imagem invertida, continuavam olhando a sua esquerda, algo que os humanos não fazem.
A equipe pesquisadora explica que o lado direito do cérebro canino, que processa a informação do campo visual esquerdo, se adapta melhor à interpretação das emoções humanas que o hemisfério direito.
Já o especialista em cães da Universidade Eötvös Loránd de Budapeste (Hungria), Adam Miklosi, disse que apesar de esta descoberta ser interessante, ainda é um mistério como os cachorros percebem os rostos das pessoas. Além disso, não existiriam evidências de que estes animais sejam capazes de reconhecer as emoções.
Fonte: EFE
Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução
Denuncie o tráfico de animais na rodovia. Coloque quem realmente merece estar atrás das grades
“A maior parte dos animais é escoada por via terrestre, principalmente pelas rodovias por meio de caminhões, ônibus e carros particulares (…)”. A afirmação está publicada no 1º relatório Nacional sobre o Tráfico de Fauna Silvestre, publicado em 2001 pela Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas). Passados 10 anos do lançamento desse trabalho, a situação não mudou e as estradas brasileiras continuam como o palco de duas etapas do tráfico: a venda final para o comprador e o transporte de fauna.
Sobre a venda final para o comprador, não é incomum encontrar a população residente em uma determinada região – normalmente em precária situação social e econômica – oferecendo animais silvestres capturados nas imediações para os motoristas.
A outra utilização das rodovias pelos traficantes de fauna é como via para transportar animais das regiões de capturas para os pontos de distribuição e venda – conforme destaca a Renctas. E no Brasil essa prática é muito intensa. Para combater isso, a Trasnbrasiliana, concessionária do trecho paulista da BR-153 (Icém a Ourinhos), lançou em 4 de outubro de 2011 a campanha “Denuncie otráfico de animais na rodovia. Coloque quem realmente merece estar atrás das grades”.
Cartaz da campanha
“(…) Cartilha está sendo distribuída nas praças de pedágio, bases da Polícia Rodoviária Federal de Rio Preto, Lins, Marília e Ourinhos e postos de combustíveis.O material traz orientações de como evitar o tráfico de animais silvestres, hoje apontado como uma das maiores ameaças à natureza, além de informar o telefone para denúncia, a linha verde do Ibama, pelo número 0800-61 80 80. Segundo a assessoria de imprensa da Transbrasiliana, o trecho paulista da rodovia é rota do tráfico de drogas e de animais silvestres. (…)A cartilha da Transbrasiliana traz orientações para reduzir ou desencorajar o tráfico, como não comprar espécies sem autorização do Ibama ou adquirir utensílios feitos com penas, couro ou ossos de animais silvestres. Por ano, tal comércio ilegal movimenta US$ 1 bilhão com o comércio de 12 milhões de animais. Em cada 10 animais traficados, nove morrem no momento da captura ou durante o transporte, que em 90% dos casos ocorre em rodovias federais.” – texto da matéria “Tráfico de animais é tema de campanha”, publicada em 5 de outubro de 2011 pelo Jornal da Manhã de Marília
24 de setembro de 2011: papagios apreendidos na BR-153 / Foto: PRF
Infelizmente, esse tipo de ação é, além de pontual e de curta duração, feita quase que exclusivamente por empresas ou pelo terceiro setor. Não que não seja obrigação de todos atuarem contra o tráfico de animais. Pelo contrário: parabéns à Transbrasiliana. Mas cadê o poder público?
Quando esse tipo de ação será feita pelos administradores públicos, como parte de uma política de Estado séria para combater o tráfico de animais – segunda causa da diminuição da biodiversidade mundial.
A BR-153, chamada de Rodovia Transbrasiliana (daí o nome da concessionária), “é a quarta maior rodovia do Brasil, ligando a cidade de Marabá (Pará) ao município de Aceguá (Rio Grande do Sul), totalizando 4.355 quilômetros de extensão.A BR-153 é a principal ligação do Centro-Oeste e do Meio-Norte do Brasil (Pará, Amapá, Tocantins e Maranhão) com as demais regiões do país. Metrópoles como Goiânia e Brasília a utilizam com o principal corredor de escoamento.É também muito utilizada para acender a regiões turísticas como a da estância de Caldas Novas (Goiás), e a cidade histórica de Pirenópolis (Goiás).” – texto do site da concessionária
O trecho paulista, alvo da campanha, corta o território de 21 municípios e tem uma extensão de 321,6 km.
- Leia a matéria completa do Jornal da Manhã
- Leia a nota de divulgação da campanha da concessionária Transbrasiliana
- Conheça a Renctas
- Leia a nota de divulgação da campanha da concessionária Transbrasiliana
- Conheça a Renctas
Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução
Veterinários de Franca e Ribeirão Preto apoiam campanha contra leishmaniose
Campanha “Diga não à Leishmaniose”, com artistas, ultrapassa a fronteira e ganha força entre os Médicos Veterinários de Franca e Ribeirão Preto.
A Campanha nacional “Diga Não à Leishmaniose” começou com a união de diversos artistas contra essa grave doença de saúde pública, por se tratar de uma zoonose de alta letalidade. Entre os que já aderiram à causa estão Hebe Camargo, Daniela Albuquerque, Flávia Noronha e Solange Frazão. Agora é a vez dos Médicos Veterinários de Ribeirão Preto e Franca se unirem para ajudar na conscientização da população e prevenção tanto dos cães quanto dos humanos com a extensão dessa campanha, denominada “Diga Não à Leishmaniose. Eu já disse!”.

O objetivo da ação é estimular a curiosidade dos proprietários dos cães sobre a doença e incentivá-los a prevenir o animal e a família. A Médica Veterinária e coordenadora de território da MSD Saúde Animal, Tatiana Braganholo, explica que primeiramente os cães dos veterinários das duas cidades serão encoleirados gratuitamente, com a coleira impregnada com deltametrina a 4%, princípio ativo repelente e inseticida recomendado pela Organização Mundial de Saúde como uma das ferramentas de controle da doença. “Durante o encoleiramento, os veterinários serão fotografados com seus cães e as fotos dos participantes serão emolduradas e disponibilizadas na sala de espera principal, para que os clientes possam ver. Assim, eles se interessarão pela doença e receberão todas as informações para que o animal não seja infectado”, esclarece.
A expectativa é que cerca de 70 clínicas em Ribeirão Preto e 20 em Franca apoiem a campanha. “Com esse número, atingiremos 150 Médicos Veterinários e encoleiraremos 180 cães”, finaliza Braganholo.
Sobre a leishmanioseA leishmaniose é transmitida, principalmente, através da picada de um inseto conhecido popularmente como “mosquito palha”. O cão tem um importante papel na manutenção da doença no ambiente urbano visto que pode permanecer sem sintomas mesmo estando doente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a leishmaniose visceral registra anualmente 500 mil novos casos humanos no mundo com 59 mil óbitos. Quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% das ocorrências. Na América Latina, ela já foi detectada em 12 países e, destes, cerca de 90%dos casos acontecem no Brasil, onde, em média, 3.800 pessoas são infectadas anualmente.
Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução
Bulldog pode ser reprojetado geneticamente
A Humane Society dos EUA e alguns veterinários do país estão querendo “reprojetar” o cachorro Bulldog, fazendo melhorias por meio de mutação genética. O animal, que já foi modificado pelo homem, tem problemas sérios de saúde e a mudança poderia ser benéfica, segundo os defensores dessa ideia.

Entre os problemas do animal está a dificuldade respiratória, problemas para se movimentar e para nascer– o cachorro não consegue dar cria sem ajuda médica. Um focinho mais longo, menos dobras na pele, quadris mais largos são algumas das mudanças propostas pelos cientistas.
A ideia, no entanto, é polêmica e já encontrou resistência. Para o American Kennel Club e para o Bulldog Club of America, organizações que reúnem amantes da espécie, o cachorro seria descaracterizado.
A origem do animal não é muito precisa, mas se sabe que no século 18 ele era um animal usado para combater touros, esporte popular na época. Era mais alto, ágil e bravo, mas foram feitos vários cruzamentos que acabaram modificando o animal até chegar no fenótipo que conhecemos atualmente.
Fonte: Revista Galileu
Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução
Projeto prevê multa para mau trato a animais em SP
Quem for flagrado maltratando animais ou aves pode ser penalizado com multa de até R$ 2 mil emSorocaba (SP). É o que prevê um projeto de lei que a Câmara começou a discutir hoje. O projeto épolêmico porque inclui entre animais protegidos os pombos domésticos, considerados uma praga nacidade.
Prédios históricos, como o Mercado Municipal e a Catedral metropolitana, têm sistemas antipombos considerados agressivos, como telas com farpas ou choques elétricos. O Serviço de Vigilância emSaúde do município considera os pombos uma praga urbana, como ratos e morcegos.
O projeto inclui ainda a proteção de répteis e anfíbios, o que pode levar uma pessoa a ser multada por matar uma cobra ou enxotar um sapo. Entre os animais protegidos estão gatos, cães, equinos, pássaros e outras aves, considerados fauna urbana não domiciliada.
A medida também protege os animais de produção ou utilidade, como ovinos, bovinos, suínos, muares e caprinos e, ainda, animais domesticados, de estimação ou companhia. Completam a lista as faunas nativa, exótica e de grandes e pequenos primatas. O vereador João Silvestre (PSDB), autor da proposta, disse que, apesar de haver leis federais de proteção aos animais, seu projeto especifica as formas de maus tratos e facilita o enquadramento dos infratores. A aplicação da multa visa a penalizar quem provoca nos animais “privação de necessidades básicas, sofrimento físico, medo, estresse, angústia, patologias ou morte”.
Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução
Conheça o Circa, o cão robótico de 1960
Você pode até pensar que o Aibo, da Sony, foi o primeiro cachorro-robô do mundo, mas eles surgiram bem antes – em 1960, de acordo com esse modelo, encontrado em um livro de circuitospráticos.
Uma série de fotos (algumas em raios x) descrevem o cachorro e seus sensores e, segundo o projeto, ele poderia ouvir, ver e se mover. Os olhos eram feitos de fotocélulas, suas orelhas eram fones e seu latido era transmitido por um microfone. Um sistema de alavancas movia seu pescoço e suas pernas e uma bateria central transmitia a energia necessária.
Claro que era algo bem primitivo, mas mesmo assim é incrível pensar que em 1960 já havia a possibilidade de se fabricar algo assim.
Fonte: HypeScience
Autor: Luciana Galastri
Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução
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