terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Testes em animais: além de cruel, incentiva o tráfico de fauna


A realização de  em , principalmente na indústria dos , é uma prática cruel e uma das responsáveis pelo tráfico de animais, que são retirados da natureza para serem transformados em cobaias de laboratórios.
Em 12 de dezembro de 2011, publiquei um “Começar a semana pensando…”, que abordou se é ético e correto traficar, confinar e fazer testes com animais. Esse post foi feito a partir da informação da ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais) que informou serem usados, todos os anos, mais de 124 mil  como cobaias em laboratórios nos Estados Unidos.
No post “O tráfico de animais para abastecer a pesquisa científica“, de 18 de julho de 2011, relatei que cerca de 2.500  são usados em testes na Alemanha todos os anos.
E muitos dos testes feitos em animais são para a indústria da “beleza”. Uma beleza falsa, externa e que, em seu interior, mascara a dor e o sofrimento de muitos seres vivos, como ,, cachorros,  e macacos.
Por isso, informe-se e saiba o que você está comprando. Seja um consumidor consciente e informe-se sobre o produto que você está adquirindo. A informação sobre a realização ou não de testes com animais não está, na maioria das mercadorias, nos rótulos.
Teste em coelho / Foto: 
“A  (People for the Ethical Treatment of Animals) organiza uma lista de empresas que alegam não fazer testes em animais. A metodologia utilizada para fazer é a visita nas fábricas, para conhecer os métodos utilizados. A lista conta com cerca de 1500 empresas.
No Brasil, um trabalho semelhante é realizada pela PEA (Projeto Esperança Animal), principalmente com as marcas nacionais, que não são avaliados pela PETA. O processo de avaliação é semelhante ao do PETA.” – texto da matéria “Lista atualizada de marcas que não testam em animais”, publicada em 7 de fevereiro de 2012 pelo site Atitude Sustentável
Abaixo está uma lista de grandes empresas que NÃO realizam testes com animais:

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